Bessent ameaça Irã com sanções se EUA atacarem China, diz The Pulse

Conversa no The Pulse With Francine Lacqua liga ameaça ao Irã à vontade dos EUA de impactar a China.

Por Marcos Guimarães25 ago 2026
Bessent ameaça Irã com sanções se EUA atacarem China, diz The Pulse

O que aconteceu

O programa The Pulse With Francine Lacqua, produzido pela Bloomberg e baseado em Londres, transmitiu em 25 de agosto de 2026 uma edição em que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, declarou que qualquer ameaça ao Irã depende da vontade dos EUA de aplicar sanções contra a China (Bloomberg, 25/8/2026). A ameaça ao Irã, segundo Bessent, está diretamente atrelada à postura dos EUA em relação à China, conforme destacado no resumo da Bloomberg.

Contexto

The Pulse With Francine Lacqua é um formato da Bloomberg que reúne conversas com convidados de alto nível no setor de negócios, economia, finanças e política, com reportagem baseada em Londres. Entre os convidados desta edição estavam Karen Ward, da JPMorgan Asset Management, como Chief Market Strategist para a EMEA; Maria Demertzis, da European University Institute, professora de Política Econômica; e Adrian Cox, da Deutsche Bank Research, como Thematic Strategist (Bloomberg, 25/8/2026).

Por que importa

A declaração de Bessent liga diretamente a política de sanções dos EUA ao Irã à estratégia de confronto com a China, sinalizando que a postura do Tesouro norte-americano considera a China um fator central nas decisões de pressão internacional. Isso afeta investidores, empresas e governos que monitoram riscos geopolíticos e suas implicações sobre mercados financeiros globais.

Impacto

A vinculação feita por Bessent entre a ameaça ao Irã e a vontade de atacar a China cria incerteza adicional para mercados que já operam sob tensão geopolítica. A Bloomberg destacou que a ameaça ao Irã depende da postura dos EUA sobre a China, o que pode redefinir alocações de ativos e estratégias de hedge em carteiras internacionais.

O que muda

Com a declaração de Bessent, o Tesouro dos EUA sinaliza que sanções futuras ao Irã estarão condicionadas à avaliação de risco sobre a China. A Bloomberg registrou que a ameaça ao Irã depende da vontade dos EUA de impactar a China, reforçando essa condicionalidade.

O que vem agora

A Bloomberg não divulgou próximos passos concretos após a transmissão de 25 de agosto de 2026, mas a postura de Bessent indica que futuras medidas de pressão internacional serão avaliadas à luz da relação entre EUA e China. A publicação da Bloomberg (https://www.bloomberg.com/news/videos/2026-08-25/the-pulse-8-25-2026-video) mantém a edição disponível para análise detalhada.